Já cantavam os Beatles que amor é tudo o que é preciso. E os portugueses tiveram mais amor em 2016, ou pelo menos casaram-se (ligeiramente) mais e divorciaram-se menos. Segundo as “Estatísticas Demográficas 2016”, divulgadas esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística, celebraram-se mais seis uniões e houve menos 984 separações quando se compara 2015 com 2016.

Comecemos pelos casamentos: 32.399 (cerca de 86 por dia), sendo que 422 foram entre pessoas do mesmo sexo. Na maioria dos casos (56,1%), os noivos já viviam juntos antes de se casarem. “Do total de casamentos celebrados, 69,9% respeitam a primeiros casamentos”, lê-se no relatório do INE.

Foi no Norte do país que registaram mais matrimónios (11.999). Seguiu-se a Área Metropolitana de Lisboa (8.478) e o Centro (6.699). Os meses quentes são os preferidos para casar, sendo agosto o mais popular, depois surge setembro e julho. Fevereiro é o menos escolhido.

“O adiar da idade é uma tendência que se tem mantido ao longo das últimas décadas e para ambos os sexos”: 32,8 anos para os homens e 31,3 anos para as mulheres. Embora seja um aumento pouco significativo, há cada vez mais casamentos entre portugueses e estrangeiros. São também mais as pessoas que escolhem não ter cerimónia religiosa, passando de 60,2% em 2011 para 64,2% em 2016.

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